Charles Darwin para defender a sua teoria evolucionista, o Darwinismo, usou elementos tais como dados geológicos, dados biogeográficos e ainda uma experiência de selecção artifical de espécies, reproduzindo aquilo que ocorre na Natureza. As conclusões de Darwin deveram-se muito há sua viagem e à visita das ilhas Galápagos.Os argumentos são os seguintes:
Dados Geológicos:
Darwin, durante a sua expedição, observou fósseis em montanhas e achou intrigante que fósseis marinhos estivessem milhares de metros a cima do mar. Facilmente deduziu que a Terra teria muitos mais anos que aquilo que se pensava e então admitiu que tal facto devia-se a um processo de evolução muito lento. Assim como a Terra, também os seres vivos possivelmente passaram por um longo processo de evolução, contínuo e gradual e após muito tempo essas mudanças viriam a revelar-se significativas.
Dados Biogeográficos:
Seguindo o príncipio de que os continentes estiveram ligados num só, e que depois se separam, Darwin argumentou que de continente para continente as espécies variam, mas supostamente as espécies deveriam ser as mesmas, já que os continentes estiveram ligados. Para tal, após a separação dos continentes, os seres vivos das diferentes partes foram evoluindo de maneira diferente, já que o meio também se tornou diferente nos diferentes continentes. Mesmo assim existem animais semelhantes em diferentes locais, isso leva a querer que tiveram uma origem comum. Darwin observou isso nos Tentilhões das ilhas Galápagos.
Selecção Artifical:
Para provar que diferentes indivíduos poderiam ter uma origem comum, Darwin realizou experiências em que cruzava pombos e seleccionava as características destes. Achava possível que ao fim de sucessivos cruzamentos e gerações obteria indivíduos com as características desejadas e distânciadas cada vez mais do ancestral comum. Na natureza, devido ainda a factores ambientais, isto pode acontecer maquinalmente ao longo do tempo, a evolução das espécies.

1 comentário:
Muito bem. As referências?
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